domingo, 6 de abril de 2014

Memórias XIII

Fez ontem 12 anos que decidi festejar o meu aniversário com um jantar num restaurante japonês. Embora não me arrependa, terá sido daqueles episódios da nossa (minha neste caso) vida de que devemos tirar lições. A ideia era nobre: juntar os amigos, festejar o meu aniversário e dar a conhecer a muitos deles a gastronomia japonesa. E foi este terceiro ponto que, embora absolutamente conseguido, origina a questão que propicia aprendizagem. Isto porquê? Não foi que não tivessem gostado (que me lembre à excepção do meu irmão, que já se sabia, só uma pessoa não gostou mesmo), o problema foi a dolorosa que o foi um pouco mais do que se esperaria. Isto porquê? Quando tive esta (brilhante) ideia, lembrei-me que um professor do secundário conhecia os donos do restaurante (estamos a falar do “Novo Bonsai” na rua da Rosa) e pedi-lhe a ele para fazer a reserva, tendo-se oferecido para acordar a ementa. Ora foi este o ponto em que devia ter tido mais cuidado. Esqueci-me que este meu professor é um “bon vivant” e o que acabámos por ter foi uma versão condensada de quase toda a ementa. O que foi realmente óptimo até chegar uma conta de 30 e qualquer coisa euros por pessoa! Pode não parecer muito mas para a altura e o dinheiro que tínhamos… e feitas as contas não era nada caro, tendo em conta o que havíamos consumido. O problema é que eu não tinha avisado (aliás eu próprio fiquei surpreendido!). Ainda hoje levo bocas por este episódio mas foi uma experiência que repetia, apenas não me esquecendo de avisar a malta que tinha de vir com a carteira bem recheada!



FATifer

sábado, 29 de março de 2014

Ontem acabei de ler… IX


Recomendo a leitura e principalmente o apreciar do álbum incluído, venha o próximo!


Mas ontem também tive o privilégio de assistir a



FATifer

terça-feira, 25 de março de 2014

...

Só me resta uma avó e é com tristeza que a vejo a desaparecer. Já não é a minha avó, apenas uma sombra a espaços do que foi. O ser humano não devia chegar a este estado. Ela que sempre disse que não queria que lhe acontecesse mas está a acontecer. Custa-me muito vê-la assim. Devo-lhe a ruralidade que possa ter (por mais ínfima que seja). Será sempre um exemplo para mim, poucas pessoas que conheço poderão estar à altura dela quando se fala de humildade e bondade… minha avó não merecias estar como estás! 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ontem acabei de ler… VIII


Aprendi alguma coisa e achei graça à frustração do autor quando diz:

“Em economia, no entanto, verificamos que a nossa capacidade de descrever e prever o mundo económico atingiu o seu apogeu cerca de 1800. A partir da Revolução Industrial, os modelos económicos têm perdido, progressivamente e continuamente, a capacidade de prever diferenças de rendimento e de riqueza ao longo do tempos e nos diversos países e regiões."

Achei piada mas, pensando bem, estamos a viver na pele os efeitos desta constatação!

Uma nota final quanto à tradução, não estando má incomodou-me a confusão da tradutora no uso de “por que” e “porque”… acaba por ser mais um exemplo que reforça a minha regra pessoal de sempre que me seja possível ler o original.


FATifer

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Monólogo de mim… XVII

Passo regularmente por um homem e um cão, ambos velhos, numa rua estreita… nunca percebo quem está a passear quem… pois, se calhar, apenas estão ambos a passear, só isso.

Porque que é que procuramos sempre significados, propósitos ou explicações?

Dou comigo a olhar para o chão e a ver na calçada uma metáfora para a sociedade… pedras metidas à marretada… nem todas regulares mas com aspecto parecido e ordenadas enquanto a terra as prende…  Porque é que não posso apenas ver a calçada como algo que é? Um pavimento…

Se ao olhar um arco-íris, me pusesse a pensar no fenómeno óptico que é e como se explica, será que não perderia o encanto?

Continuo a fazer demasiadas perguntas sem me preocupar realmente em encontrar as respostas… serei assim porque tenho este privilégio de o poder ser?


FATifer

sábado, 18 de janeiro de 2014

Crónica motociclista VII

Acordei ligeiramente mais tarde e por isso não fiz o exercício matinal que já faz quase um ano que adicionei à rotina matinal. Sabia pela previsão que ouvira ontem que o tempo não iria estar grande coisa mas não foi por isso que mudei de ideia de ir na moto mais pequena, afinal a regra é que tem de andar uma vez por semana! Fiz o caminho até à garagem sem necessidade de abrir o chapéu-de-chuva, menos mal. Todo equipado saí e começou a chuviscar. Caminho habitual até chegar ao eixo norte/sul e aí, algo de estranho a partir de sete rios, trânsito lento a parado o chão branco nas bermas e entre faixas. O que é que se passa? Ao ter de abrandar verifiquei que era granizo e lá fui andando por entre os carros com muito mais cuidado ainda que aquilo escorregava. A confusão estava instalada a ponto de me confundir e quando dei por mim tinha saído na saída errada, o que me obrigou a ir dar uma volata a santa maria mas me proporcionou mais umas imagens diferentes da minha cidade. Tudo branco e as emoções não tinham acabado ainda. Passei por alguns “laguinhos” e andar na berma cheia de bolinhas de gelo é divertido e desafiante, mesmo não sendo amante do fora de estrada é sempre uma boa aprendizagem sentir a roda de trás a deslizar e não cair. O ponto alto do percurso antes da entrada na 2ª circular veio na forma de um verdadeiro lago que (porque sou maluco mas não sou parvo) não me arrisquei a atravessar, o passeio pareceu-me uma alternativa muito mais viável e passei ao lado armado em ciclista. Chegado à segunda circular a sensação de estranheza não se perdeu pois as bermas continuavam brancas. Só o resto do caminho pareceu mais “normal” para um dia de chuva.
Terá havido zonas mais complicadas onde provavelmente não teria conseguido passar de moto mas esta foi uma manhã diferente na minha cidade. Cheguei mais tarde ao trabalho mas até foi bom não ter levado com aquele granizo em cima.

Para quem não viu ao vivo ficam duas imagens do público.pt:




FATifer


domingo, 5 de janeiro de 2014

Até sempre Pantera Negra…

Por mais que saibamos que ninguém cá fica foi com tristeza que me apercebi da notícia hoje. Eusébio foi um jogador de classe mundial que teria lugar em qualquer equipa em qualquer época e por isso, já era um mito ainda em vida. O seu exemplo deve ser seguido por todos os que realmente quere ser jogadores de futebol. Até sempre Pantera Negra…


FATifer