sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Citando

Algo que me disseram hoje em conversa e que considero muito acertado:

“Perder tempo é apenas isso, perder tempo. Se tens uma chance de ser feliz, sê-o!”



FATifer

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

domingo, 8 de janeiro de 2017

Falando para ti 2

Ando pela casa na tua ausência. Vejo as tuas coisas que cá deixaste. Imagino os espaços para outras que virão a estar aqui. Sorrio por te saber presente, mesmo na tua ausência.
Por mais que ainda me espante, sei que tudo o que temos, tudo o que construímos, vai crescer, consolidar-se, e fazer do nosso mundo o lugar mais bonito a cada dia.
Racionalmente já me tinha convencido que havia desistido de tudo o que, agora, considero natural no nosso futuro, porque contigo, nada me assusta e tudo faz sentido!



FATifer

domingo, 1 de janeiro de 2017

Em jeito de balanço…

Muitos dirão que 2016 não foi um ano bom. Terão razão, se virmos a quantidades de referências da nossa cultura que nos deixaram, por exemplo. A nível pessoal, cada um poderá ou não ter razões para o afirmar. Se olhar para alguns acontecimentos do meu ano poderia concordar, mas para mim 2016 nunca vai ser um ano mau. Noutro dia alguém no “livro das caras” (facebook) pedia para o resumir numa palavra. Escolhi “inesquecível” porque foi!

Fica uma música, numa excelente voz, que explica a principal razão por que o afirmo:

At Last by Etta James

Excelente 2017 para todos!

FATifer

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Crónica motociclista XX

Não fosse o meu estado de alma o espelhado no texto anterior e estaria aqui a vociferar, rogando pragas ao vento!
Passo a explica. Lembram-se de como tive umas férias muito divertidas recentemente e como tenho um pé ainda convalescente? Pois bem, ontem alguém decidiu que ele não doía o suficiente e resolveu ajudar. Resultado tenho a menina (moto) maior parada à espera de peças. Calma, não se preocupem. Foi o primeiro acidente que tive de moto em que não caí. Os danos foram apenas materiais, ou melhor, houve a nova pancada no pé que me levou ao hospital para confirmar que não havia nada mais. Uma experiência muito divertida que nem vou relatar. Tal como não me apetece contar o acidente em si, embora gostasse que o condutor que o provocou e desapareceu, tivesse desaparecido deste mundo mesmo, para não poder voltar a fazer o mesmo.

Em suma, dói-me mais o pé e só tenho uma moto para andar. Como dizia ao enfermeiro das urgências ontem, alguém parece querer fazer-me deixar de andar de moto mas não está com sorte!


FATifer