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sábado, 15 de junho de 2019

Crónica motociclista XXII

Pois, como tinha dito aqui, esqueci-me dos 55555,5 km, o que é uma pena porque o 5 até tem grande significado para mim. No entanto, noutro dia, cheguei ao seguinte, e não me esqueci!



Viram?


FATifer 

terça-feira, 4 de julho de 2017

Crónica motociclista XXI

Confesso que tinha saudades. Foram 15 dias sem andar de moto. Mas não custou tanto como de outras vezes. Talvez porque tive outras emoções. Talvez porque certas coisas na vida nos levem a relativizar a importância que atribuímos a outras coisas. Hoje voltei a andar de moto e foi “normal”. Menos “normal” foi a outra experiência de condução que tive nos últimos dias. Sim, 20 anos depois voltei a conduzir uma coisa com 4 rodas! É verdade, voltei a conduzir um carro e até correu tudo bem. Consegui fazer uma viagem de mais de 200km e chegar vivo, e com o carro intacto. Sim, ainda estou meio espantado comigo mesmo, mas algum dia teria de ser. Afinal tenho o rectângulo de plástico que diz que sei e posso fazê-lo. Continuo a preferir coisas com 2 rodas mas parece que até tenho mais jeito do que me dava crédito, para conduzir coisas com 4.



FATifer

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Crónica motociclista XX

Não fosse o meu estado de alma o espelhado no texto anterior e estaria aqui a vociferar, rogando pragas ao vento!
Passo a explica. Lembram-se de como tive umas férias muito divertidas recentemente e como tenho um pé ainda convalescente? Pois bem, ontem alguém decidiu que ele não doía o suficiente e resolveu ajudar. Resultado tenho a menina (moto) maior parada à espera de peças. Calma, não se preocupem. Foi o primeiro acidente que tive de moto em que não caí. Os danos foram apenas materiais, ou melhor, houve a nova pancada no pé que me levou ao hospital para confirmar que não havia nada mais. Uma experiência muito divertida que nem vou relatar. Tal como não me apetece contar o acidente em si, embora gostasse que o condutor que o provocou e desapareceu, tivesse desaparecido deste mundo mesmo, para não poder voltar a fazer o mesmo.

Em suma, dói-me mais o pé e só tenho uma moto para andar. Como dizia ao enfermeiro das urgências ontem, alguém parece querer fazer-me deixar de andar de moto mas não está com sorte!


FATifer

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Crónica motociclista XIX

E pronto não demorou muito, já voltei a andar em ambas a minhas meninas (motos). A mais pequena continua linda, agora com umas peças novas então… mantém-se um pequeno prazer de conduzir. A maior, está um espectáculo com os pneus novos. Sim, uma moto com pneus novos ganha sempre nova alma. Agora estes transmitiram-me muito boas sensações. Mesmo com todo o cuidade inerente a serem novos, que leva a que não se possa abusar, a viagem da oficina para casa foi um prazer. Lentamente tudo volta ao “normal”, mas é um “normal” melhor!



FATifer

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Crónica motociclista XVIII

Voltei a andar de moto! Sim, já tinha saudades. Não foi em nenhuma das minhas meninas pois, uma ainda está na oficina (porque ainda não pude ir buscá-la) e a outra está a precisar de lá ir meter pneus novos. Mas voltei a andar de moto! Foi bom, muito bom. A sensação já me fazia falta foi amplificada, no sentir, pelo meu estado de espírito actual. Resultado, descobri que andar de moto pode ainda ser melhor do que já sabia ser. Voltei a andar de moto e continuo feliz.



FATifer

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A quem possa interessar… III

Acabou-se o que era bom. É verdade, acabaram-se as “férias”, amanhã tenho de ir trabalhar. Ainda estou meio coxo mas o senhor doutor deu-me alta.
Para quem já se esteja a questionar, tenham calma, não vou de moto (ainda por cima está a chover!). Amanhã é de transportes mesmo.
Era inevitável voltar à rotina de trabalho, vamos ver o que me espera… não vou dizer que estou preparado, mas o que não tem remédio… O que vale é que amanhã é 6ªfeira!



FATifer

terça-feira, 8 de novembro de 2016

A quem possa interessar… II

Nem sempre temos o que desejamos no tempo que queremos. Saber esperar é uma virtude, alguns dirão. Estou quase bom, mas o quase dura mais 15 dias, tempo pelo qual continuarei de “férias”. Resta-me então ser virtuoso e aplicar-me na fisoterapia!

Há sempre algo de bom em tudo o que nos acontece. É preciso é saber encontrar a perspectiva correcta para o ver.



FATifer

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A quem possa interessar…

Ora então é assim: livrei-me de metade do que se vê de acessório na foto abaixo.


Calma, eu explico. Tirei o gesso. A fractura está sarada, mas agora vem a recuperação. Neste momento mal consigo fazer força no pé, o que implica continuar a andar com as muletas. O médico recomendou apenas 25% de carga no pé durante uma semana e depois iniciar fisioterapia.
E assim se vai vivendo por aqui. Já vi séries e filmes mas ainda tenho mais para ver e livros para ler… que belas férias… estou tão contente ou não!


FATifer

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

… continuação

Tenho boas e “más” notícias. Comecemos pelas boas, não vou ser operado. Parece-me bem. As “más”, vou estar mais um mês de “perna estendida” (leia-se com o gesso). Um mês?! Eu sei que tenho n séries e filmes para ver e n livros na estante por ler mas um mês?! Um mês sem andar de moto! Estou tão contente… ou não!
A vida é irónica (como afirmava o sô Gil no comentário do texto anterior). Também foi em Setembro, há nove anos atrás que tive o outro acidente, digno de registo, que tive na vida. Comparado com esse este último não é nada. O outro foi de moto4 só para que fique registado. Não fosse esse e se calhar não estaria a aqui a escrever pois, provavelemente, nunca teria entrado na blogosfera. Ironia mesmo estar outra vez em Setembro à frente de um computador a curar uma fractura. Ironia ou não é um mês… estou tão contente… ou não!



FATifer

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Só acontece a quem anda… mas não devia!

As férias começaram três dias antes mas não pelos melhores motivos. Sim, próxima semana devia ser de férias mas, embora contemplasse poder estar de perna estendida, tenho neste momento o acessório que dispensava: gesso. Tudo começou ontem no regresso a casa. Um simpático automobilista “obrigou-me” a comprovar uma vez mais que o alcatrão é duro (algo que dispensava, por já saber). Depois de tudo resolvido ainda voltei para casa na moto mesmo sem um pisca, andava. Esta manhã o pé esquerdo continuava a incomodar e decidi (muito a contragosto) não ir trabalhar. Decidi igualmente (depois de alguma insistência de várias “instâncias”) ir ao hospital para confirmar que não tinha nada de especial. Só que saí de lá com o pé engessado! (as coisas que nos fazem nos hospitais, parece impossível!). E pronto, estou aqui todo contente (sim estou a ser irónico), sentado de perna estendida a escrever este texto para terem todos muita pena de mim (já que eu não tenho!).


Melhores dias virão… (pelo menos dava jeito que sim).



FATifer

terça-feira, 26 de julho de 2016

Dúvidas pertinentes XVI

A dúvida de hoje é simples: o que leva os condutores de automóveis a conduzier de braço de fora? Estou a referir-me a um braço esticado fora da janela não a um cotovelo apoiado na porta. Eu sei que não conduzo um automóvel há anos mas não consigo atingir… (isto é às vezes qté quase que os atinjo quando estou a passar entre os carros na 2ª circular!).



FATifer

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Crónica motociclista XVII

Já me referi a este particular mas volto a ele (hoje este texto devia chamar-se mais “desabafo” do que “crónica”). Alguns senhores automobilistas não sabem usar os espelhos ou estão-se a borrifar para os outros (muitas vezes as dois coisas acontecem em simultâneo!). Falando em borrifar podemos começar po aí. A todos aqueles que decidem limpar os parabrisas sem ver que têm um motociclista atrás (na maioria dos casos o esguicho nem acerta no vidro e passa por cima do tejadilho), os espelhos não são para ver a vossa aparência mas sim a envolvência! Eu tomo duche todos os dias na banheira e agradeço mas não preciso da vossa ajuda para limpar a viseira. Aumentemos o nível de (imaginem o “miminho” que bem entenderem), falemos de beatas (e não me refiro às senhoras que passam a vida na igreja). Já nem vou dizer que é ilegal e porco mas já que não sabem que existe algo chamado cinzeiro, antes de atirarem a beata janela fora olhem pelo espelho. Os meus reflexos são óptimos mas estou a conduzir não a jogar ao “mata”.
E para terminar, já que estou em maré de desabafos, vou contar-vos um episódio daqueles que nos deixa sem saber que pensar. Um dia destes ia na segunda circular, como todos os dias, e uma senhora numa safrane ficou muito chateada comigo porque apareci e não a deixei mudar de faixa. Quando olhei para ela vi (porque sei ler lábios) que estava a mimar a minha mãe. Escusado será dizer que a senhora não conseguiu mudar de faixa enquanto os nossos caminhos coincidiram. Dir-me-ão: “devias ter ignorado”. Talvez, mas há dias que não me apetece ser superior. O que não quer dizer que não me tenha despedido dela com um aceno em resposta aos seus gestos bem mais obscenos.



FATifer

terça-feira, 21 de junho de 2016

Crónica motociclista XVI

Os mais atentos lembrar-se-ão de ter partilhado há tempos que andei a experimentar umas motos de um amigo. Pois ontem e hoje voltei a ter o privilégio de experimentar e desta vez uma moto nova. Trata-se da mais recente versão da minha moto maior. Estou maravilhado. A vontade era comprar uma! O motor é qualquer coisa. Está sempre lá pronto a que puxemos por ele. Um “brinquedo” autêntico. O puro prazer de condução em moto! Mas lá tive de a devolver e trazer a minha “menina” maior depois de mais uma revisão feita. 158026 km já fiz eu nela!

Fica uma foto do “brinquedo” que me deixou com um sorriso de orelha a orelha.



FATifer

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Crónica motociclista XV

Nota: foto tirada hoje por um amigo que passou de carro!
Se já conseguiram fechar a boca depois de olhar para a foto, podem perceber que nestas alturas não é mito que ter uma moto dá jeito. Para quem está a ver onde é isto (A1 entrada de Lisboa), quando passei a fila começava em Vialonga. Se não fosse de moto… diria que daria para ter escrito várias vezes este texto enquanto esperava. Não vou sequer comentar o que a imagem mostra, a não ser dizer que, aparentemente não houve consequências além do transtorno da fila.

Bom fim-de-semana a todos.


FATifer

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Crónica motociclista XIV

Porque até falei nisso. Porque o próximo capítulo da história ainda não está terminado. Mas acima de tudo e como sempre, porque me apetece. Apresento-vos o veículo que tive hoje o privilégio de conduzir: (foto exemplificativa retirar da net)

Yamaha FJR 1300


É, sem dúvida, a moto mais próxima de um carro que já conduzi. Quando me sentei nela pensei: “é demasiado grande!”. Mas, em contraste absoluto com o brinquedo com que me deliciei nos dois dias anteriores, nesta tudo é suavidade… ao ponto de o segundo pensamento que tive ter sido: “é demasiado confortável!”. É fantástico como se consegue, quase sem esforço algum, rolar a baixa velocidade neste autêntico sofá com rodas. E com as malas todas seria óptima para ir às compras ao supermercado. A resposta ao punho (acelerador) embora suave, como referi, é igualmente impressionante, afinal é uma 1300!

Foi um privilégio experimentar. Nela o percurso até ao trabalho pareceu curto mas porque está feita para se ir muito mais longe!

É uma semana para recordar…


FATifer

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Crónica motociclista XIII

Desculpem-me todos aqueles que estavam à espera de mais um capítulo da história que vos comecei a contar mas hoje tinha de assinalar o facto de ter tido o privilégio de conduzir o “monstro” que vêm na foto ali em baixo! É realmente um privilégio ter amigos que nos emprestam brinquedos destes. Hoje fiquei com pena que o meu percurso diário tenha “apenas” 60 km (30 na ida e o mesmo na volta), pois nesta “menina” ia muito mais longe. É difícil descrever o que se sente quando se conduz um “bicho” destes. Sim, bate demasiado em baixas. Sim, não tem muita protecção aerodinâmica. Mas o som daquele motor… a resposta ao punho (acelerador) é qualquer coisa de indiscritível! Cheguei ao trabalho com um sorriso de orelha a orelha e fiquei o dia todo a pensar na viagem de volta a casa. Já disse que sou um colecionador de momentos e estes têm lugar de destaque na minha colecção. Para aqueles que queiram uma comparação, ainda que “mal amanhada”, é como quem conduz um Mazda MX5 (sim que a minha menina – moto – também merece ser valorizada! ) poder conduzir um Porsche 911.


Há dias assim… felizmente!

Ducati Monster 695

FATifer



PS – …conta a minha mamã que quando era pequeno havia um disco que adorava ouvir vezes sem conta, quando acabava pedia logo: “outra vez!”… desta vez não pedi mas o desejo foi concedido, amanhã haverá mais! 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dúvidas pertinentes XV

Aviso prévio: este texto pode ferir susceptibilidades, quem continuar a ler não diga que não avisei!

A dúvida de hoje é simples. Pergunto-me se existisse um botão que provocasse o falecimento de todos os condutores de automóveis em movimento que estão a mexer ou a falar ao telemóvel (segurando-o fisicamente) neste momento, qual a percentagem da população dos países ditos “civilizados” pereceria se este fosse accionado?


É tudo.


FATifer

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Crónica motociclista XII

Já não me lembro (e não me apetece ir confirmar) se vos disse que adoro a sensação de uma moto acabada de vir da revisão. Com mais 152000km, acreditem que já foram bastantes as que a minha menina (moto) maior já teve de fazer. Foi esta semana a última, até agora, por isso me lembro de vos falar nisso. Não sei explicar mas é uma sensação de conforto saber que alguém verificou e “está tudo em ordem”. Como penso já ter afirmado por estas crónicas, ter duas motos é bom. Fazer o que faço, que é andar na mais pequena uma vez por semana (hoje foi dia disso), é também uma boa medida pois permite-me manter a consciência de que é necessário: planear ultrapassagens, estar atento ao que está a atrás de mim, etc…
Recordo um comentário que me fizeram um dia e que ainda hoje me trás um sorriso aos lábios: “tu tens um ar muito limpinho para quem anda de moto!”. Por várias vezes já afirmei que ando de moto porque gosto (e porque posso). É um prazer diário do qual só abdicarei quando me for mesmo impossível andar, por alguma razão, seja ela qual for. Até lá continuarei andando em duas rodas…



FATifer

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Crónica motociclista XI


Ah e tal a foto vê-se mal mas eu indico o que pretendo mostrar: a minha moto maior já tem (ou tinha quando tirei a foto esta manhã) 150015 km. Achei piada ver o número quando acabei de abastecer esta manhã. Até parece que foi ontem mas já fez 13 anos no passado sábado que iniciei o primeiro quilómetro com ela…
Aproveitando o facto de estar em “crónica motociclista” vou voltar a mencionar algo que continua a fazer-me muita impressão: ver as costas dos motociclistas que passam por mim de t-shirt a alta velocidade… até me arrepio todo… pior que isso só mesmo ver, como já vi, motociclistas de chinelos!
Mas cada um sabe de si... o que vos posso dizer é que nos mais de 150000 km numa e nos quase 47000 km noutra nunca andei de t-shirt e muito menos de chinelos! (mas isso sou eu que tenho amor a meu corpinho…)



FATifer

terça-feira, 7 de abril de 2015

Crónica motociclista X

A minha menina (moto) maior já está com 146307 km pelo que hoje lá ficou de novo no mecânico para uns miminhos. Ora ao contrário do costume e de forma imprevista, não estava disponível a moto de substituição, conclusão tive de voltar para casa de scooter. O que posso dizer?... talvez usar as palavras do “meu” mecânico: “estás de castigo!”. Sim para aqueles que gostam de carros, o paralelismo será conduzir um com mudanças automáticas… tem alguma piada? (não estou a falar daqueles casos especiais que até pode ter). Numa scooter há ainda um elemento (perigo) adicional, o facto de não nos podermos esquecer que a manete esquerda é o travão traseiro (como numa bicicleta) e não a embraiagem, como numa moto!
Cheguei vivo a casa mas ainda terei de fazer a viagem de volta, quando a menina (moto) estiver pronta, desejem-me sorte!


FATifer