Porque
uma imagem vale por mil palavras…
FATifer
sexta-feira, 25 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Só quem sente…
(in “a
bola” online)
Não é fácil ficar indiferente a esta imagem. Quem, como
eu, achou uma ideia original ficou contente, impressionado, orgulhoso. Outros,
por diversas razões, poderão não ter gostado ou mesmo ter ficado indignados…
pouco me importa pois todos os que sentem o que os benfiquistas sentiram no
passado domingo com o apito final do árbitro, percebem que esta imagem foi só
mais uma forma que se arranjou para espelhar esse sentimento. A festa está cada
vez mais organizada mas o sentimento, esse é o mesmo e só quem sente percebe.
Dei comigo a lembra-me do dia que me compraram a
bandeira (foto abaixo), o primeiro dia que fui ao estádio, ainda ao antigo. Ser
do Benfica (mesmo que não sócio) é algo que não se explica …sente-se!
SLB!...
o campeão voltou! (e acredito que para ficar!)
FATifer
domingo, 6 de abril de 2014
Memórias XIII
Fez ontem 12 anos que decidi festejar o meu aniversário
com um jantar num restaurante japonês. Embora não me arrependa, terá sido
daqueles episódios da nossa (minha neste caso) vida de que devemos tirar
lições. A ideia era nobre: juntar os amigos, festejar o meu aniversário e dar a
conhecer a muitos deles a gastronomia japonesa. E foi este terceiro ponto que,
embora absolutamente conseguido, origina a questão que propicia aprendizagem.
Isto porquê? Não foi que não tivessem gostado (que me lembre à excepção do meu
irmão, que já se sabia, só uma pessoa não gostou mesmo), o problema foi a
dolorosa que o foi um pouco mais do que se esperaria. Isto porquê? Quando tive
esta (brilhante) ideia, lembrei-me que um professor do secundário conhecia os
donos do restaurante (estamos a falar do “Novo Bonsai” na rua da Rosa) e
pedi-lhe a ele para fazer a reserva, tendo-se oferecido para acordar a ementa.
Ora foi este o ponto em que devia ter tido mais cuidado. Esqueci-me que este
meu professor é um “bon vivant” e o que acabámos por ter foi uma versão
condensada de quase toda a ementa. O que foi realmente óptimo até chegar uma
conta de 30 e qualquer coisa euros por pessoa! Pode não parecer muito mas para
a altura e o dinheiro que tínhamos… e feitas as contas não era nada caro, tendo
em conta o que havíamos consumido. O problema é que eu não tinha avisado (aliás
eu próprio fiquei surpreendido!). Ainda hoje levo bocas por este episódio mas
foi uma experiência que repetia, apenas não me esquecendo de avisar a malta que
tinha de vir com a carteira bem recheada!
FATifer
sábado, 29 de março de 2014
Ontem acabei de ler… IX
Recomendo a leitura e principalmente o apreciar do álbum incluído,
venha o próximo!
Mas ontem também tive o privilégio de assistir a
FATifer
terça-feira, 25 de março de 2014
...
Só me resta uma avó e é com tristeza que a vejo a
desaparecer. Já não é a minha avó, apenas uma sombra a espaços do que foi. O
ser humano não devia chegar a este estado. Ela que sempre disse que não queria
que lhe acontecesse mas está a acontecer. Custa-me muito vê-la assim. Devo-lhe
a ruralidade que possa ter (por mais ínfima que seja). Será sempre um exemplo para
mim, poucas pessoas que conheço poderão estar à altura dela quando se fala de
humildade e bondade… minha avó não merecias estar como estás!
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Ontem acabei de ler… VIII
Aprendi alguma coisa e achei graça à frustração do autor
quando diz:
“Em economia, no entanto, verificamos que a nossa
capacidade de descrever e prever o mundo económico atingiu o seu apogeu cerca
de 1800. A partir da Revolução Industrial, os modelos económicos têm perdido,
progressivamente e continuamente, a capacidade de prever diferenças de rendimento
e de riqueza ao longo do tempos e nos diversos países e regiões."
Achei piada mas, pensando bem, estamos a viver na pele os
efeitos desta constatação!
Uma nota final quanto à tradução, não estando má incomodou-me
a confusão da tradutora no uso de “por que” e “porque”… acaba por ser mais um
exemplo que reforça a minha regra pessoal de sempre que me seja possível ler o
original.
FATifer
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Monólogo de mim… XVII
Passo regularmente por um homem e um cão, ambos velhos,
numa rua estreita… nunca percebo quem está a passear quem… pois, se calhar,
apenas estão ambos a passear, só isso.
Porque que é que procuramos sempre significados,
propósitos ou explicações?
Dou comigo a olhar para o chão e a ver na calçada uma metáfora
para a sociedade… pedras metidas à marretada… nem todas regulares mas com
aspecto parecido e ordenadas enquanto a terra as prende… Porque é que não posso apenas ver a calçada
como algo que é? Um pavimento…
Se ao olhar um arco-íris, me pusesse a pensar no fenómeno
óptico que é e como se explica, será que não perderia o encanto?
Continuo a fazer demasiadas perguntas sem me preocupar
realmente em encontrar as respostas… serei assim porque tenho este privilégio
de o poder ser?
FATifer
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