quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Viagens no meu mundo… XXIV

Ontem partilhei no facebook e hoje partilho aqui a imagem abaixo de uma cronologia muito pessoal. Serve esta imagem para ilustrar a afirmação reiterada que “guardo tudo” (ou quase). Após a partilha no facebook dei por mim a pensar qual o par que usava quando conheci cada amigo que comentou, exercício que me divertiu, tenho de confessar!



FATifer

domingo, 13 de outubro de 2013

Crónica motociclista IV

Como motociclista, mesmo não achando que tenha qualquer jeito para corridas, gosto de ver. Então quando há um Português em pista, vale a pena levantar às dez para as seis de domingo para o ver ficar em 3º!! Agora é sempre a subir nos degraus do pódio!

Parabéns Miguel Oliveira (44)


(foto retirada do motogp.com)


FATifer

domingo, 6 de outubro de 2013

Viagens no meu mundo… XXIII

Por vezes voltar a olhar para um problema para o qual não se arranjou a melhor solução permite até exclamar: como raio não vi que devia ter feito isto!? A constatação aplica-se a praticamente o que quisermos na vida, no concreto o problema que resolvi foi o ranger da minha cama…
Sim foi uma manhã dedicada a resolver pequenas questões como essa e o emoldurar do último puzzle que fiz mas também ao estudar de alguns “projectos” de coisas que quero fazer, nomeadamente quadros ou abajures. A oficina está mais arrumada finalmente e já posso “trabalhar”. O espaço que habitamos torna-se a nossa casa quando o sentimos como tal e cada vez o sinto mais assim…



FATifer

sábado, 5 de outubro de 2013

Monólogo de mim… XV

… porque tenho tantas coisas aos pares? Duas colheres destas, dois copos daqueles e daqueles, duas canecas daquelas, dois pratos… Por que insisto em ter duas de cada tipo de cerveja no frigorífico?... se acabo por não partilhar esse gosto com ninguém dentro destas paredes?... este é o meu mundo, o meu reduto onde (praticamente) só eu entro…
Bebo um golo de blackbush, olho em volta… porque estranho o que acabei de constatar? Porque ei de tentar negar o que é óbvio? Porque insisto em fingir que não percebo?
Chega de perguntas parvas, chegar de dúvidas estéreis… chega de tentar analisar… assim tal fosse possível… porque ei de tentar ser o que não sou, fazer o que não faço?…
Bebo mais um golo e tento apenas sentir o líquido escorrer esófago abaixo, conseguisse apenas sentir sem pensar… agir sem duvidar… estaria melhor? Ou não seria eu?
… mais um golo e não quero saber de pensar nisto que não vale a pena, não sou, não tenho, e depois? Estou vivo e cá continuo, nem que seja por teimosia (como já afirmei).



FATifer

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Ontem acabei de ler… IV



Recomendo este livro a quem queira relembrar ou aprender algo sobre probabilidades. É também uma boa colectânea de casos que se poderia considerar “bizarros”, como exemplos de como o que acontece nas nossas vidas parece escapar ao senso comum mas porque não valorizamos suficientemente o acaso.


FATifer

domingo, 29 de setembro de 2013

Felizmente tenho mais relógios…

Esta semana dois dos meus relógios pararam. Este é o facto. Ambos terão ficado sem pilha, é o que penso. Posso apenas aceitar, trocar as pilhas e não pensar mais no assunto ou começar a interrogar-me: qual será a probabilidade de tal coisa acontecer? Qual a probabilidade de tendo um relógio parado, colocar outro no pulso e um dia depois este parar também? E poderia começar a tentar atribuir significados a estes acontecimentos ou tentar “ver coisas”… mas o facto é que ambos pararam e apenas voltarão a ter utilidade quando mudar as pilhas pois, neste momento, apenas estão certos duas vezes por dia.
Felizmente tenho mais relógios…


FATifer

domingo, 22 de setembro de 2013

Viagens no meu mundo… XXII

Já abordei por várias vezes a analogia entre fazer um puzzle e a vida. Sempre que faço um (e acabo, porque nunca deixei nenhum por acabar) volto a pensar nela. Uns poderão dizer que falha pois na vida nunca temos a certeza de ter as peças todas. Por mais que outros afirmem que sim e digam que, as que achamos que não temos é porque não as estamos a ver, podemos ter essa certeza? É claro que quem já fez um puzzle sabe que há peças que por vezes olhamos e não temos a mínima ideia onde se encaixam, tentamos, olhamos, rodamos e nada feito. Colamo-las de lado e mais à frente, quase que instintivamente, vamos buscá-las porque só podem ser dali. Na vida isso também acontece, é verdade. Será que podemos/devemos viver com essa certeza que todas as peças estão ao nosso alcance? Se calhar sim… se calhar sempre que achamos que não é porque estamos a tentar fazer um puzzle com mais peças que as que na realidade temos que fazer. Mas lá está, na vida nem sempre temos a imagem para nos guiar. Nem sempre as peças estão todas dentro do saquinho da embalagem. Em ataques de raiva podemos até atirar tudo para o chão e as peças ficam espalhadas, algumas perdidas talvez. Depois temos de reunir tudo outra vez ou mudamos de imagem e temos de fazer novas peças…

Esta analogia tem mesmo muito que se lhe diga… sempre que faço um puzzle penso nela e hoje apeteceu-me voltar a escrever sobre o assunto porque acabei mais um. 


FATifer