domingo, 15 de setembro de 2013

Pequenos Prazeres…

Passei por esta loja

E não resisti a comprar…


… só posso dizer que vale a pena experimentar!

FATifer 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Crónica motociclista III

Já abordei este assunto mas hoje tenho algo a acrescentar e não é bom… Já vos disse que, como motociclista, sou extremamente crítico de todos os automobilistas que atiram objectos pelas janelas dos carros. Em particular beatas! A minha opção de meio de transporte é a que é e já me chega tudo o resto que pode estar na estrada, não preciso da “ajuda” dos senhores automobilistas para levar com mais coisas. Já perdi a conta das vezes que de forma mais ou menos educada (dependendo do humor do momento) perguntei a um automobilista se o carro não tem cinzeiro. Mas porque volto a este assunto, perguntarão vocês? É simples, hoje perdi uma boa parte da ilusão que tinha que alguém poderia educar os senhores automobilistas neste aspecto (nem que fosse pela força). O que aconteceu? Por razões que não sei explicar tive de fazer (eu e todos os carros atrás) uma parte do percurso de regresso a casa atrás de um carro da brigada de trânsito. O “sr.” agente que se sentava no banco do pendura estava a fumar deitando a cinza janela fora e quando acabou o cigarro atirou-o para o chão! Por mais que sejam “deus” no que toca ao código da estrada, como posso estar à espera que chamem a atenção aos outros se também o fazem?!! Não me venham com o “façam o que eu digo, não façam o que eu faço”. Hoje fiquei muito triste ao ver o que relatei porque um dos deveres daqueles “senhores” é dar o exemplo, é para isso que eu lhes pago!

  

FATifer

sábado, 7 de setembro de 2013

História para Ulisses…

Como sabem não sou de responder a desafios mas como toda a regra tem excepção aqui fica uma história que escrevi em reposta a este desafio do Ulisses.


Lentamente abre os olhos e vê no tecto espelhado uma imagem que não lhe parece real. Demora uma fracção de segundo a convencer-se que as cinco mulheres à sua volta não são produto da sua imaginação, sente os braços de três em cima do seu corpo além de as ver. “Onde estou?” pensa, “o que aconteceu?” continua a interrogar-se enquanto tenta mexer-se de modo a não acordar louras ou morena, ruiva ou mulata. Está rodeado, se se tentar levantar vão acordar. Não sabe porquê mas não quer que tal aconteça. A pouco e pouco tenta reorganizar as ideias e reconstruir os eventos que o levaram a estar ali e agora. Como flashes de um filme vê cenas do dia anterior.

O acordar com um cheiro a café fresco e o som de uma porta a fechar-se. Ela tinha de ir cedo, avisara-o disso. Levantar-se vagarosamente guiado pelo cheiro a café. Beber a chávena deixada à sua espera abrindo os olhos finalmente. Olhando um papel com coordenadas GPS fixando-o e expelindo um anel de fumo do primeiro cigarro do dia, como que a marcar o seu objectivo: o local onde poderia encontrar alguém que andava a plagiá-lo.
 Vê-se a conduzir um velhinho UMM num trilho que mais parece um caminho de cabras.

Uma das louras mexe-se e ele fixa-a parando por instantes de “ver”. Ela continua a dormir e ele regressa às lembranças da sua odisseia.

Olhando em frente avista uma clareira, mais à frente o que parece ser uma passagem na parede de pedra do sopé do monte. Não se vê viva alma e o silêncio é apenas entrecortado pelo chilrear de um pássaro, de quando em vez, agora que o motor do seu UMM se silenciou. Pega na lanterna e na corda que tinha trazido “just in case” e dirige-se para a abertura. Penetra na pequena abertura entre as rochas cautelosamente, atento pois não lhe parece ser um bom local para ser surpreendido. Poucos passos para dentro da montanha pensa em acender a lanterna, continua a não ouvir nada a não ser os próprios passos. Ao longe avista uma luz.


- Ainda estás a tentar lembrar-te como vieste aqui parar?

Levanta cabeça na direcção da voz feminina sensual mesmo no tom trocista. Vê uma mulher alta toda vestida de cabedal preto e justo, evidenciando as formas perfeitas do seu corpo esbelto, escultural mesmo. Botas altas, saltos agulha. Longos cabelos pretos, pele branquíssima e olhos claros, um azul outro verde.

- Sim, estou aqui. Não sou um produto da tua imaginação!

Não consegue dizer nada. Procura desesperadamente em sua mente um flash onde ela apareça.

- Então elas estavam à altura das tuas fantasias? Não me digas que não te lembras!?

De repente recorda-se de tudo, da sala esculpida na rocha que encontrou, desta mulher sentada numa secretária enorme. Recorda a conversa que tiveram, o desafio dela. O desejo dele a noite…

- Boa tentativa mas não me vais fazer perder o desafio, não acordaram e está na altura de confirmares que cumpri o combinado.

Ela deu dois passo em direcção à cama onde ele estava e fitou-o soerguendo um dos cantos dos belos lábios pintados de vermelho.

- Foste um herói, cinco mulheres à tua volta dispostas a satisfazer todos os teus desejos e aguentaste, firme mesmo que hirto!

Solta uma gargalhada profunda que ecoa pelo quarto e faz despertar as cinco mulheres. Que se erguem lentamente olhando-o fixamente.

- E então tenho direito ao meu prémio?
- Tens e vou dar-te um bónus… vais ter-nos a todas… pode ser que assim fiques com material para mais uns livros para eu plagiar.

Solta outra gargalhada e com um gesto ordena as cinco mulheres a avançarem sobre o “pobre” Ulisses. Com dificuldade tenta registar todas as sensações que experiencia. Mãos que percorrem o seu corpo, bocas, línguas, lábios detêm-se em cada centímetro da sua pele. As suas mãos sentem, mamas, cús, vaginas húmidas. Por entre beijos e cabelos que lhe passam à frente dos olhos, observa como aquela mulher escultural se vai despindo para ele enquanto o vê ser “devorado” pelas outras cinco. As luvas e as calças jazem no chão enquanto desaperta o corpete. De seguida retira as botas que parecem deslizar sem esforço. Fica apenas de sutiã e fio dental olhando-o a ser comido. Sim porque todas se “serviam” do seu membro erecto que já sentira bocas, mãos, vulvas e até um cuzinho, apertadinho por sinal.

- Já chega, agora ele é meu!

As cinco mulheres afastam-se relutantemente, nos seus olhos ainda arde o desejo de o terem para elas. Ulisses tenta recuperar o fôlego enquanto observa aquela escultura viva a aproximar-se andando sobre a cama.

- Vá reclama o teu prémio…

Ulisses fixa aqueles olhos, um azul outro verde, levanta os braços na direcção dela, que está agora ajoelhada à sua frente. Retira a coleira de couro que permanecia no pescoço dela e faz deslizar as mãos ombros abaixo num gesto suave mas rápido baixando as alças do sutiã. Na continuação do movimento desaperta o fecho expondo os belos seios e os mamilos hirtos a pedirem atenção. Não resiste e abocanha um e depois o outro provocando os primeiros gemidos de prazer. As mãos continuam em trajectória descente até encontrarem a última peça de roupa que permanece e que é arrancada à quele corpo sem piedade. Sente-a encharcada ansiando por ele. Olha-a nos olhos que também não conseguem disfarçar a vontade. Empurra-a pelos ombros deixando-a deitada de pernas abertas à sua frente. Pega-lhe nos pés e passa a língua pelas solas de cada um dos dedos grandes. Afasta uma das pernas e desliza vagarosamente a língua pela outra em direcção ao vértice do prazer. Sente as costas dela arquearem quando a prova finalmente. Levanta-se debruçando-se em seguida sobre ela e colocando os seus lábios a milímetros dos dela. Encosta a ponta do seu falo à entrada da porta para o paraíso e sento o pulsar daquele corpo que deseja o dele.

- Vá fode-me porra!
- Estava a ver que não pedias…

Enfia-se nela de uma vez e sente uma explosão de energia a percorrer ambos os corpos unidos como um. A sintonia dos movimentos com o acelerar do ritmo compassado pelos gemidos, que se transformam em berros de prazer, enche o quarto. Não sabe quanto tempo durou, quantos orgasmos dela sentiu mas quando finalmente chega o seu, satisfá-lo que venha acompanhado de mais um dela.




Acorda com a boa seca, levanta-se e procura um papel. Tem de escrever o sonho que acaba de ter…




FATifer

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sexualidade…

Por mais que verdadeiramente centrada na realidade dos USA não deixa de ser interessante…





FATifer

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sedução…

Para quem tiver tempo de ver, deixo dois vídeos sobre um assunto em que me considero um mero aprendiz mas em que estas Damas parecem ter muito para ensinar…




FATifer

domingo, 4 de agosto de 2013

Monólogo de mim… XIV

Reprimi muito do que era, ou pensava ser, ou lá o que fosse e perdi-me de mim mesmo. Já não sou eu ou será que não sou o que pensava que era? Deixei de querer competir, ser o melhor… dá demasiado trabalho… venceu a preguiça, o “deixa-me estar”, o “não me chateiem”…
Evoluí? Involuí? Regredi? Qual o padrão para avaliar? …e porque é que insisto em avaliar ?
Entendo tudo sem nada tentar compreender… é mais confortável assim, excepto quando me ponho a pensar…
Continuo a fazer de conta… porque sim… porque já não sei fazer outra coisa… porque às vezes já nem sei se estou ou não…
Não vale a pena… qual alma pequena!? O que interessa se sou apenas mais um ou alguém? E para quê? E porquê?
Vou continuar apenas porque sou teimoso, apenas porque sim.




FATifer

terça-feira, 30 de julho de 2013

Viagens no meu mundo… XXI

Já várias vezes falei de rotinas… de como cada um tem as suas… de como não é fácil mudá-las… por isso gosto de tentar fazê-lo de quando em vez. A semana passada foi mais uma vez uma semana de retiro passada longe de tudo o que é o meu ambiente a fazer algo que gosto porque me apetece (e posso, felizmente). Não foram férias de “papo para o ar” como alguns gostam mas foram como eu gosto. Fiz coisas bonitas (e a opinião não é só minha) e fugi às minhas rotinas num acto consciente… foi bom. Agora já voltei, para o ano espero conseguir repetir…


Deixo-vos uma foto que até acho que saiu bem…



FATifer